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Em noite de emoção e arte, II Concerto da Diversidade encerra programação oficial da 30ª Parada do Orgulho LGBTI+ Rio

No Dia Internacional dos Direitos Humanos, evento celebrou a resistência através da música; Cláudio Nascimento adiantou novidades para 2026, incluindo o retorno da Feira Cultural à Praça Tiradentes

A programação oficial da histórica 30ª Parada do Orgulho LGBTI+ Rio teve seu grande encerramento na noite desta terça-feira (10), data que carrega um simbolismo global: o Dia Internacional dos Direitos Humanos. O palco escolhido foi a Sala Cecília Meireles, na Lapa, que recebeu o II Concerto da Diversidade e Direitos Humanos, organizado pelo Grupo Arco-Íris através do Coro LGBTI+ do RJ – Arco-Íris por Prazer.

Coro regido por Leandro Gregório. Foto: Lara Souza

O evento gratuito não apenas celebrou o encerramento de um ciclo vitorioso de 30 anos, mas reafirmou a cultura como ferramenta política de resistência. A realização do concerto e de toda a programação cultural da Parada contou com o patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos e do Programa Rio Sem LGBTIfobia; da Prefeitura do Rio, por meio da Casa Civil e da Coordenadoria da Diversidade Sexual (CDS-Rio); além do apoio do aplicativo Grindr.

A escolha do dia 10 de dezembro para o encerramento não foi coincidência. A data reforça a premissa fundamental de que os direitos da população LGBTI+ são, indissociavelmente, direitos humanos. Para Cláudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris e coordenador da Parada, o encerramento não poderia ter ocorrido em outra data. Ele destacou a importância de ocupar espaços de prestígio cultural para reafirmar a existência da comunidade LGBTI+ em contraposição a períodos históricos sombrios.

Teatro lotado. Foto: Lara Souza

“A gente abriu a programação oficial com um concerto e encerramos com outro, exatamente na data da Declaração Universal dos Direitos Humanos. É histórico para quem luta por resistência. Viemos de um passado difícil, como na Segunda Guerra Mundial, onde a diferença era vista como desigualdade e justificativa para atrocidades contra judeus, sindicalistas e pessoas LGBTI+. Hoje, quase 80 anos depois, estamos aqui para afirmar nosso lugar de resistência e dizer que a cidadania precisa ser uma realidade”, afirmou Nascimento.

Mais do que celebrar a diversidade de gênero, a noite foi marcada por um posicionamento firme contra o racismo. Um dos momentos de maior emoção foi o bloco dedicado à luta contra a discriminação racial, onde o Coro apresentou canções históricas de resistência da África e celebrou a força da maior diáspora negra do mundo: o Brasil.

Foto: Lara Souza

A noite foi conduzida por um conceito artístico rigoroso e sensível, desenhado por Leandro Gregório, regente e diretor artístico do Coro LGBTI+. A apresentação começou de forma impactante com “Baba Yetu” — o “Pai Nosso” cantado em Swahili —, estabelecendo desde o primeiro acorde a conexão entre espiritualidade e ancestralidade africana.

Para Leandro, o concerto foi pensado de forma didática para costurar as diversas bandeiras da diversidade, indo muito além da música pela música.

“Trabalhamos uma perspectiva de louvor à liberdade em várias frentes. Decidimos homenagear as religiões de matriz africana, por serem as mais perseguidas no país, e cruzamos isso com a liberdade de gênero e a igualdade racial, com foco especial nas mulheres negras e na população LGBTI+ negra. É a interseccionalidade no palco: unimos o sagrado, a luta antirracista e o orgulho de ser quem somos”, explicou o diretor artístico.

“A Carne”, imortalizada por Elza Soares. Foto: Lara Souza

Ao longo do espetáculo, o repertório passeou por hinos de denúncia, afeto e esperança, levando o público da emoção à catarse. O Coro apresentou interpretações potentes de obras fundamentais para a cultura brasileira e queer, como “A Carne”, imortalizada por Elza Soares, que denuncia o racismo estrutural, e “Flutua”, manifesto contra a homofobia que avisa que “ninguém vai poder querer nos dizer como amar”. A canção “Fé”, sucesso da cantora Iza, também integrou o setlist, renovando as energias e reafirmando a força de quem resiste e “re-existe” diariamente.

O encerramento trouxe uma proposta inovadora: o “Natal da Inclusão”. Fugindo das narrativas comerciais ou puramente bíblicas, o Coro apostou no “Natal Brasileiro”, canção de Ivan Lins que homenageia Betinho, para trazer uma mensagem social.

“Não falamos do Natal das luzes e das compras, mas do Natal Social, do olhar para o outro, do acolhimento às pessoas em situação de pobreza e das favelas. Encerramos o ano cantando sobre sonhos e dignidade humana, sem amarras religiosas, mas com muito afeto”, completou Leandro Gregório.

Leitura do Manifesto. Foto: Lara Souza

Houve a leitura de um manifesto que conectou a luta por igualdade racial à defesa dos direitos humanos globais, lembrando que não há justiça social plena sem o enfrentamento direto ao racismo. A performance demarcou a interseccionalidade do movimento, homenageando a ancestralidade e a luta negra como pilares fundamentais da resistência.

O espetáculo emocionou o público ao homenagear artistas que emprestaram suas vozes à causa, como Preta Gil, e ao cantar sobre o amor em suas diversas formas, provando, nas palavras de Cláudio, que “é possível sair com esperança, afeto e vontade de fazer mais”. Enquanto o público ainda celebra o sucesso da edição de 30 anos, a organização já olha para o futuro. O ano de 2026 promete ser movimentado e trará o resgate de eventos icônicos para o calendário da cidade.

Claudio Nascimento presidente do Grupo Arco Íris. Foto: Lara Souza

Cláudio Nascimento adiantou, em primeira mão, que o planejamento já começou. A nova campanha da Parada será lançada logo no início de janeiro, preparando o terreno para um ano de celebrações importantes.

“Teremos uma entrega muito linda e afetuosa. Vamos celebrar algumas conquistas dos direitos da comunidade LGBTI+ que fazem aniversário em 2026. A programação será ainda mais robusta”, garantiu.

Foto: Lara Souza

Entre as principais novidades confirmadas está o retorno da Feira da Cultura LGBTI à Praça Tiradentes, no Centro do Rio, resgatando um espaço histórico de socialização e economia criativa. Além disso, a Orla de Copacabana não será palco apenas da marcha, mas receberá novos eventos esportivos e ações de celebração do amor.

O tom de celebração na Sala Cecília Meireles também abriu espaço para um balanço institucional das atividades de 2025. Patrícia Esteves, vice-presidente do Grupo Arco-Íris, destacou que o encerramento da programação coroa um ano de intenso trabalho de base, marcado pela realização de conferências e pela luta diária por cidadania, indo muito além da festa na orla.

Leandro Gregório. Foto: Lara Souza

“A Parada é um momento de festa e de glamour, mas é, sobretudo, o momento onde o Grupo Arco-Íris presta contas à sociedade de tudo o que construiu e lutou durante o ano, projetando as expectativas para o ano seguinte. Estar aqui encerrando este ciclo é um momento de extrema felicidade”, afirmou Patrícia.

Ela também enfatizou que a grandiosidade da edição de 30 anos só foi possível graças à construção coletiva, dedicando o sucesso da noite à força do voluntariado.

“Fica o nosso agradecimento sincero e carinhoso a todas as pessoas que nos ajudaram a construir isso de forma voluntária; pessoas que acreditam e sonham conosco por um dia melhor, por uma vida melhor e pelo direito de amar”, concluiu.

Coro. Foto: Lara Souza

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Serviços

Estarão presentes:

• Tribunal de Justiça;
• Ministério Público Estadual;
• Polícia Civil Defensoria Pública do Rio de Janeiro;
• Guarda Municipal;
• CET Rio;
• Comlurb;
• Rio Luz;
• Riotur;
• Corpo de Bombeiros;
• Coordenação Executiva da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio;

• Programa Rio Sem Lgbtifobia da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos;
• Uerj;

Todos prestando apoio e oferecendo serviços à população.

Dicas Gerais

 

-Use Roupas Confortáveis: A Parada tem duração de  várias horas, então, invista em roupas leves e calçados confortáveis.

-Vidro Zero: Não leve e nem compre bebidas em vasilhames de vidro. Você pode se cortar e machucar os outros.

-Marque Pontos de Encontro: Combine um ponto de encontro com amigos para o caso de vocês se desencontrarem. Com tanta gente no evento, o sinal do celular pode falhar, então escolher um local fácil de encontrar ajuda todo mundo a se reunir.

-Atenção Redobrada aos Pertences: O esquema de segurança contará com efetivo da Polícia Militar semelhante ao do Réveillon, mas, por ser um evento com grande aglomeração, mantenha seus pertences em bolsas, pochetes ou locais seguros.

-Use o Transporte Público: O MetrôRio é um dos parceiros da Parada em 2024 e é a melhor opção para chegar e sair, já que muitas ruas estarão fechadas e ainda contribui para o clima sustentável do evento. A linha mais próxima da concentração é a Estação Cantagalo, que fica a alguns minutos a pé do ponto de concentração. Para a volta, priorize as Estação Siqueira Campos ou Cardeal Arcoverde.

-Leve Apenas o Essencial: Carregue documentos, dinheiro ou cartão, celular e um carregador portátil, preferencialmente em uma pochete ou bolsa pequena que fique junto ao corpo.

-Conte Conosco: Se ouvir ou ver alguma provocação ou algo fora da lei, não revide. Ou, se presenciar ou for vítima de qualquer outra violação de direitos, denuncie nas tendas do evento e nos postos policiais ou aos membros da organização da Parada.

Dicas para a saúde

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

São causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. São transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de preservativos. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação. 

O diagnóstico e tratamento das IST melhora a qualidade de vida e interrompe a cadeia de transmissão dessas infecções. O atendimento e o tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.

Hepatites A, B e C

As hepatites A, B e C são doenças inflamatórias do fígado causadas por vírus. Quando presentes, podem se manifestar como: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

A transmissão da hepatite A é fecal-oral (contato de fezes com a boca). A doença tem grande relação com alimentos ou água inseguros, baixos níveis de saneamento básico e de higiene pessoal, e também através do contato sexual, através da prática do “cunete” ou “beijo grego” (sexo oral-anal).

As hepatites B e C são transmitidas tanto através do sangue como por via sexual (sexo oral, anal e vaginal). Podem evoluir sem apresentar sintomas durante muitos anos até chegar à cirrose e câncer de fígado.

Importante: A Hepatite A possui vacina preventiva no esquema de duas doses – com intervalo mínimo de 6 meses – para pessoas acima de 1 ano de idade.

A Hepatite B possui vacina preventiva, tomada em três doses, oferecida pelo SUS. Uma vez adquirida a doença, esta não possui cura, mas existem tratamentos que amenizam os seus efeitos.

Já a Hepatite C ainda não possui uma vacina eficaz, porém existe o tratamento que, em quase 100% dos casos, leva à cura mas não à imunização, podendo desta forma haver uma reinfecção se não forem tomados os devidos cuidados.

Para evitar: Use sempre preservativos, materiais descartáveis, tais como: agulhas, giletes, seringas. Materiais de manicure e pedicure devem ser esterilizados e descartáveis. O mais seguro é ter o seu próprio material de uso pessoal.

Para fazer tatuagem ou colocar piercing, usar hormônios ou aplicar silicone, também exija sempre material descartável ou esterilizado.

Não compartilhe duchinhas higiênicas para fazer a chuca. Se for utilizar a mesma ducha, higienize-a antes com água, sabão e álcool 70 ou água sanitária. Retire bem os produtos antes de fazer a lavagem anal.

Não deixe de se testar para as hepatites B e C e se imunizar contra a hepatite B, caso você também pratique Chemsex (sexo com uso de drogas); use drogas injetáveis, compartilhe canudos para inalar cocaína ou ketamina (key); pratique Fisting (prática de enfiar o punho no ânus); BDSM (bondage e disciplina, dominação e submissão, sadomasoquismo); Golden Shower (chuva dourada, prática de urinar na pessoa parceira).

O sexo entre pessoas com vagina também transmite IST

O uso de preservativos nas relações entre pessoas com vagina pode evitar IST, inclusive o HPV. Como barreiras de proteção podem ser usados lençóis de latéx, camisinhas cortadas num formato quadrado e o plástico filme PVC. Também é importante usar preservativos em brinquedos sexuais, sempre trocando quando for compartilhar com a pessoa parceira.

HIV/AIDS

HIV é a sigla para Vírus da Imunodeficiência Humana, e AIDS é a sigla para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. O HIV é um vírus que ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças.

A AIDS é a doença causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Esse vírus ataca o sistema imunológico, que é o responsável por defender o organismo de doenças. A AIDS não tem cura e sem o tratamento pode levar à morte.

Formas de transmissão:

  • Sexo (vaginal, anal) sem o uso de preservativos;
  • Compartilhamento de materiais perfurocortantes infectados;
  • Dos pais para os filhos durante a gestação, parto ou amamentação.;
  • Transfusão de sangue infectado;

Não se transmite o HIV:

  • Através do beijo;
  • Pelo toque, abraço ou aperto de mão;
  • Pelo ar, alguém tossindo perto de você ou gotículas de saliva;
  • Pelo compartilhamento de toalhas, copos, prato e talheres;
  • Pelo suor, lágrima ou urina

Como se prevenir

O uso de preservativos externos (penianos) e internos (vaginais) continua sendo o método mais eficaz.

Fazendo o teste de HIV a cada 6 meses.

Profilaxia Pré-Exposição (PREP)

Consiste no uso de medicamentos antirretrovirais antes da exposição ao vírus do HIV. Permite ao organismo estar preparado para enfrentar um possível contato com o HIV. A pessoa em PrEP realiza acompanhamento regular de saúde, com testagem para o HIV e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).

Profilaxia Pós-Exposição (PEP)

É uma medida de prevenção de urgência à infecção pelo HIV, consistindo no uso de medicamentos antirretrovirais após uma exposição ao vírus.

Deve ser utilizada em situações tais como: violência sexual; relação sexual desprotegida (sem o uso de camisinha ou com rompimento da camisinha); e acidente ocupacional (com instrumentos perfurocortantes ou contato direto com material biológico).

O tratamento deve ser iniciado, preferencialmente, nas primeiras duas horas após a exposição de risco e no máximo em 72 horas.

Gel lubrificante

Deve ser sempre à base de água para não danificar o preservativo de látex. Diminui o atrito e a possibilidade de microlesões nas mucosas genitais e anais durante a ato sexual. Estas lesões funcionam como porta de entrada para o HIV e outros microorganismos.

TARV

A Terapia Antirretroviral, utilizada por pessoas vivendo com HIV, atua na supressão da replicação do vírus no organismo, ajudando a controlar a infecção e a manter a saúde da pessoa.

IMPORTANTE: Uma pessoa vivendo com HIV também deve se utilizar de formas de proteção, tendo em vista a possibilidade de se infectar por outras IST ou até outros subtipos de HIV.

Adesão ao tratamento é fundamental!

 

SE LIGA NESSA EQUAÇÃO!

Indetectável = Zero Transmissão (I = 0):

Pessoas vivendo com HIV em tratamento antirretroviral e carga viral indetectável há pelo menos seis meses não transmitem o vírus por via sexual.

É possível viver com HIV, com o preconceito não!

Diversidade combatendo o estigma e preconceito para um futuro sem AIDS.

Cuidados Essenciais:

Se liga para aproveitar! 
 

  • Alimente-se bem e beba bastante água! Vá com roupas leves. Isso ajudará você a ter energia para curtir o evento. Confira a previsão do tempo e, em caso de possibilidade de chuva, leve uma capa.
  • Se você passar mal ou sofrer um acidente, procure as ambulâncias , UTI móveis e os postos de atendimento médico espalhados pela orla.
  • Não se esqueça de usar camisinha. Ela protege você do contato com o HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST).
  • Você também pode fazer o uso da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) para se proteger do HIV. Busque mais informações em uma Clínica da Família perto de você.
  • Em caso de acidentes com a camisinha, ou se transar sem e não souber se a pessoa tem HIV ou não, você pode procurar um serviço público de emergência em até 72h após a relação sexual e solicitar fazer a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP).
  • Durante o evento faremos campanha com distribuição de preservativos e informativos. Não deixe de pegar os seus.
  • Se você é uma pessoa vivendo com HIV, fique atento à tuberculose. Tosse prolongada por mais de três semanas é sinal de alerta. Tuberculose tem cura, basta seguir o tratamento supervisionado por 6 meses, sem parar. O diagnóstico e medicamentos são oferecidos gratuitamente pelo SUS.
  • Não deixe de fazer testes para as hepatites virais. Elas são doenças silenciosas e uma coninfecção pode trazer muitos problemas para a saúde.
  • Mesmo que não estejamos mais em estado de pandemia, a Covid ainda é uma realidade. Mantenha a vacinação em dia e higienize as mãos sempre que possível.
  • Também é recomendado tomar a vacina contra a Influenza. Você a encontra em qualquer posto de saúde. É de graça e promove proteção extra.
  • Se você é uma pessoa trans e quer mudar seu corpo, não use hormônios por conta própria. Isso pode fazer mal à sua saúde. O SUS oferece a hormonioterapia gratuitamente. Procure uma Clínica da Família ou Centro de Referência LGBTI+ perto de você e se informe.
  • Se você é uma pessoa com vagina, não deixe de fazer os preventivos ginecológicos e exame de mama para prevenir e cuidar de infecções sexualmente transmissíveis e prevenir o câncer.
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